quinta-feira, 16 de novembro de 2017

ACT–2017/2018: Já disponível em nosso site

Já está a disposição dos trabalhadores a cópia do Acordo Coletivo 2017/2018.

Para efetuar o download acesse o link.

http://www.quimicosjc.org.br/pdfs/Acordo-Coletivo-de-Trabalho-2017-2018.pdf

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Assembleia Geral delibera assinatura da Convenção Coletiva

imageOs trabalhadores e trabalhadoras da categoria química da região aprovaram ontem, 13, a assinatura da Convenção Coletiva com a patronal. A deliberação ocorreu em Assembleia Geral no Sindicato dos Químicos. Hoje, 14, os dirigentes Wellington Cabral e Luís Eduardo e o advogado do Sindicato Gilberto Silvério já estiveram em São Paulo e assinaram o acordo na FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

O Sindicato dos Químicos foi o último Sindicato da FETQUIM (Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico do Estado de São Paulo) a assinar o acordo porque mantivemos a mobilização dos trabalhadores nas portas das fábricas para intensificar a luta por ganhos reais e preparar as negociações específicas. Já temos, aliás, negociação em andamento e ganhos reais em várias fábricas.

Só assinamos a Convenção Coletiva com a certeza de que impediríamos a reforma trabalhista sobre os direitos da categoria. A Convenção continua garantindo adicional noturno de 40%, horas extras remuneradas a 70% em dias comuns e 110% aos finais de semana e feriados, manutenção do piso, jornada de 44h e outros direitos que a ofensiva trabalhista do governo Temer (PMDB) ataca.

O índice de reajuste salarial foi de 1,83% (INPC divulgado na última sexta-feira). Salários, pisos e PLR também serão reajustados por este índice a partir de 1º de novembro (data-base).

Confira como ficaram os valores:

• Reajuste Salarial
- Para os salários até R$ 8.200,00, reajuste de 1,83%;
- Para os salários superiores a R$ 8.200,00 será acrescido o valor fixo de R$ 150,06;

* O valor do teto salarial foi reajustado em 3,4% em relação ao ano passado.

• Piso Salarial
Para as empresas com até 49 trabalhadores, o valor será de R$ 1.496,42. Já para empresas com mais de 50 trabalhadores, o valor será R$ 1.535,00 (aumento real de 0,07%).

• PLR Mínima
Valor de R$ 947,02 para empresas com até 49 trabalhadores e R$1.048,85 para empresas com mais de 50 trabalhadores.

A negociação deste ano dos pontos econômicos impediu a perda salarial com a reposição da inflação. A grande vitória foi a renovação de todas as cláusulas sociais e a manutenção de direitos que poderiam vir a ser retirados em função da reforma trabalhista.

Porém, a Campanha salarial não acabou. Agora vamos partir para as negociações específicas e mobilizar os trabalhadores para avançar além das conquistas da Convenção em Acordos Coletivos de Trabalho específicos. Há várias reuniões marcadas com muitas empresas químicas da região nos próximos dias.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Químicos mantém Estado de Greve na Johnson

imageO Sindicato dos Químicos realizou assembleia conjunta com os trabalhadores do 1º turno e do administrativo nesta manhã de sexta-feira, 10, na Johnson, em São José dos Campos. A atividade faz parte da Campanha Salarial da categoria, que segue em Estado de Greve por aumento real e questões específicas por fábricas.

A assembleia com atraso de turno de 2h30 discutiu os rumos da Campanha Salarial e também marcou a luta da categoria contra a ofensiva trabalhista do corrupto governo Temer (PMDB), que entra em vigor amanhã, 11. “Aqui nós não aceitaremos a reforma trabalhista”. Esta foi a mensagem do Sindicato neste Dia Nacional de Paralisações e Greves da classe trabalhadora, que combate ainda o projeto da reforma da Previdência, cuja CPI no Senado já comprovou que é superavitária, as privatizações forjadas do governo Temer e revogação de todas as medidas contra o povo trabalhador tomadas por este governo comprando deputados e senadores.

A categoria e os companheiros e companheiras da Johnson estão em Estado de Greve. A empresa chamou reunião de pauta específica para quinta-feira, 16. O Sindicato reforçou a defesa da nossa pauta e os trabalhadores da Johnson aprovaram em assembleia: 

•    Não aplicação da reforma trabalhista e terceirização irrestrita;
•    R$ 2 mil de abono;
•    R$ 300,00 de ticket alimentação;
•    Manutenção das horas extras a 85% e 130%;
•    Manutenção das jornada de trabalho de 35h semanais;
•    Não pagamento do ônibus e da refeição;
•    Manutenção do Estado de Greve.

Na semana que vem ocorrerão novas assembleias com os trabalhadores para definir os rumos desta luta contra a reforma trabalhista, a terceirização irrestrita e por aumento real na Convenção de Trabalho e nos acordos específicos.

ASSEMBLEIA GERAL
Na próxima segunda-feira, 13, haverá nova Assembleia Geral de Campanha Salarial 2017 no Sindicato, às 17h30, em primeira chamada, e às 18h, em segunda chamada. A Assembleia será com os trabalhadores de todas as fábricas químicas da região. Venha nos ajudar a definir os rumos da Campanha Salarial deste ano.

SOLIDARIEDADE DE CLASSE
A mobilização na Johnson contou com apoio do Fórum de Lutas do Vale do Paraíba por meio de metalúrgicos, da professora Suzete Chaffin, da Unidos Pra Lutar, do militante Joaquim Aristeu, estudantes e trabalhadores de outros ramos.

DIA NACIONAL DE PARALISAÇÕES E GREVES
Hoje, categorias organizadas de todo o país estão na luta contra a ofensiva trabalhista de Temer, contra a destruição da Previdência e outros pontos. Há um grande ato em São Paulo ocorrendo desde a manhã, ocorreram atividades em várias empresas metalúrgicas da região, petroleiros realizaram atrasos na Revap. As atividades ocorrem em todo o país.

FÓRUM DE LUTAS DO VALE DO PARAÍBA
Amanhã, 11, o Fórum de Lutas do Vale do Paraíba realizará um novo ato com passeata pelo centro de São José dos Campos denunciando a ofensiva trabalhista e outros ataques do governo e dos patrões a classe trabalhadora. A concentração está marcada para às 10h, em frente a antiga Câmara Municipal de São José dos Campos.

O Sindicato dos Químicos é um dos impulsionadores deste Fórum e estará presente para ajudar na construção de uma luta unificada da classe trabalhadora contra as medidas do governo e pelo Fora Temer. Participe!

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Dia Nacional de Luta

10 de novembro

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Químicos rejeitam proposta de Convenção da patronal

Os trabalhadores e trabalhadoras químicas de São José dos Campos e região rejeitaram ontem, 6, a proposta patronal de Convenção Coletiva apresentada pela FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A deliberação ocorreu em Assembleia Geral no Sindicato dos Químicos que deflagrou Estado de Greve de 72h. Após este período, poderá haver greve por aumento acima da inflação.

A Assembleia Geral rejeitou a proposta de reposição da inflação sem aumento real, tendo em vista a inflação real muito acima da divulgada pelo governo, cujo índice para 1º de novembro ainda não foi anunciado, mas deve girar em torno de 1,60%.

Os trabalhadores presentes ainda deliberaram uma contraproposta de aumento de 4%, a entrega de pautas específicas por fábrica, a não aplicação da reforma trabalhista e a terceirização irrestrita.

A rejeição da proposta patronal já está sendo debatida com todos os trabalhadores nas fábricas. Nesta manhã, os trabalhadores da Johnson, em São José dos Campos, também rejeitaram a proposta e apoiaram a contraproposta de 4% para a FIESP e as empresas da região.

Segundo o dirigente sindical Wellington Cabral do Sindicato dos Químicos, “não podemos aceitar a mera reposição de uma inflação que é muito abaixo da sentida nos aumentos dos preços dos combustíveis, do supermercado, da luz”.

Para efeito de comparação, os planos de saúde aumentaram 46% no último ano; os combustíveis, mais de 10%; a cesta básica disparou no último ano. O índice de custo de vida medido pelo DIEESE, que aponta um salário mínimo necessário de R$ 3.754,16, não para de subir.

As assembleias serão realizadas durante toda a semana. Uma nova Assembleia Geral está marcada no Sindicato dos Químicos para a próxima segunda-feira, 13, às 18h, para avaliar os rumos e mobilizações desta Campanha Salarial.

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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Jornal Boca no Trombone Edição: 271

imageOs nossos direitos estão em risco! Assim, dia 10 de novembro, os sindicatos de luta do país, organizações sociais e outras irão realizar um novo Dia Nacional de Paralisações e Greves contra a aplicação da ofensiva trabalhista do governo Temer (PMDB)/FIESP/patronal e a terceirização.

É hora de voltarmos às ruas para construirmos um movimento organizado da classe trabalhadora para derrubar este governo corrupto que governa para a patronal entregando os direitos dos trabalhadores e os recursos naturais do país.

Temos que exigir das centrais sindicais a organização de uma nova Greve Geral ainda mais forte para derrotar esta política ultraliberal e nefasta aplicada por este governo que está na margem de erro, pois tem apenas 3% de aprovação. Obviamente, os 3% que aprovam devem ser as famílias de deputados e senadores que estão enriquecendo ainda mais vendendo seus votos para livrar a cara do corrupto Temer e sua corja de investigação e cassação.

A crise é para o povo trabalhador. Os políticos estão enriquecendo ainda mais com o caos deste governo e elevaram a corrupção a níveis inimagináveis. E roubam na cara dura. Mala de dinheiro é coisa do passado. No governo Temer, a moda é apartamento de dinheiro.

Nunca um governo conseguiu ser tão ruim para os trabalhadores e tão bom para os especuladores financeiros, desmatadores, grileiros de terras, assassinos de índios, lobistas, petroleiras estrangeiras e criminosos de colarinho branco.

As privatizações não respeitam nem ao menos as leis de concorrência, licitação e são dirigidas para empresas já acertadas com
o governo. A apuração da Lava Jato é usada para justificar a entrega das nossas reservas de petróleo e gás. Já a justiça continua beneficiando grandes criminosos com advogados milionários e ainda legitimando os ataques dos governos, patrões, do agronegócio ao povo trabalhador e a economia popular.

Nós temos que construir uma nova Greve Geral neste país ainda maior e mais forte, unificar as categorias em Campanha Salarial neste semestre, cobrar dos setores e centrais sindicais pelegos que aguardam e vendem a ideia de que as eleições de 2018 dominadas por partidos e políticos da velha burguesia podem resolver alguma coisa. É na luta, na unidade e na força conjunta que a classe trabalhadora pode derrotar esta agenda de direita que está destruindo a economia do país e sufocando a renda e os direitos das famílias brasileiras.

#Fora Temer!

Acesse o jornal completo aqui>>>

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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Campanha Salarial 2017

O Sindicato dos Químicos realizou assembleia com os trabalhadores do 1º turno da Johnson nesta manhã de quarta-feira, 1, para deliberar a proposta apresentada pela patronal na última sexta-feira, 27, na 2ª rodada de negociações entre a FETQUIM e a patronal da FIESP, em São Paulo. A patronal propõe:

• Manutenção da Convenção Coletiva por 12 meses com o compromisso de criar uma comissão para discutir os impactos da ofensiva trabalhista de Temer. É importante ressaltar que o Sindicato dos Químicos jamais aceitará que tal comissão venha a ser usada como pretexto ou laboratório para a implantação da retirada de direitos. No nosso entendimento, isso não é negociável;
• Reajuste salarial: INPC integral, que deve girar em torno de 1,80%. O índice será divulgado em 10 de novembro pelo IBGE.

Piso salarial:

• Até 49 trabalhadores: Atual R$ 1.469,53 reajuste através do INPC;
• Acima de 50 trabalhadores: R$ 1.535,00 (reajuste 1,9%).

PLR

• Até 49 trabalhadores: Atual R$ 930,00 reajuste através do INPC
• Acima 50 trabalhadores: Atual R$1.030,00 reajuste através do INPC

Teto para reajuste:
Atual R$ 7.929,13 para R$ 8.200,00 (reajuste 3,4%).
A proposta será levada e votada pelos trabalhadores em assembleias nas bases dos Sindicatos dos Químicos de São José dos Campos e região, de São Paulo, do ABC, Campinas, Osasco, Vinhedo e Jundiaí, que representam 180 mil trabalhadores químicos do estado de São Paulo. Agora vamos para as assembleias! Os trabalhadores decidirão os rumos da Campanha Salarial! Vale lembrar que independente na negociação de Convenção Coletiva com a patronal da FIESP, o Sindicato já tem partido para a negociação de acordos específicos com algumas empresas da região, o que garante conquistas acima da Convenção.

Além das assembleias de base na porta das fábricas, a proposta será discutida e deliberada em Assembleia Geral no sindicato na próxima segunda-feira, 6, às 18h. É importante a participação de todos os companheiros e companheiras da base.

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Edital de Convocação de Assembleia Geral Extraordinária: 06/11/2017

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas, Plásticas e Farmacêuticas de São José dos Campos e Região, entidade sindical de primeiro grau, CNPJ 53.322.442/0001-10, por seus representantes legais, convoca todos os trabalhadores das indústrias químicas, plásticas e farmacêuticas das cidades de São José dos Campos, Jacareí, Santa Branca, Caçapava, Taubaté, Tremembé, Jambeiro, Paraibuna, Caraguatatuba, Ubatuba, São Sebastião e Ilha Bela, a comparecerem à Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no dia 06 de novembro de 2017, no salão de assembleias do Sindicato situado à Praça Maldonado Campoy, nº 23 - Centro, São José dos Campos em primeira chamada às 17:30H e em segunda chamada às 18:00H, para a seguinte ordem do dia: 1) Deliberação sobre a proposta patronal apresentada para à Convenção Coletiva (clausulas sociais econômicas), inclusive, Participação nos Lucros e Resultados); 2) Autorização para o Sindicato, por meio de seus representantes legais, assinar Convenção Coletiva, em caso de aceitação das propostas apresentadas; 03) Aprovação de desconto de taxa de inclusão social em benefício da categoria; 4) Discussão e deliberação da proposta de estado de greve na categoria em caso de rejeição da proposta patronal; e, 5) Autorização para que o Sindicato instaure dissídio coletivo em caso de recusa de proposta e impasse nas negociações.

São José dos Campos/SP, 30 de outubro de 2017.

Carlos Roberto de Souza  & Luiz Eduardo Sanches
Representantes Legais do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de São José dos Campos e Região.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Campanha Salarial 2017

imageA diretoria do Sindicato dos Químicos participou na manhã de sexta-feira, 27, da 2ª rodada de negociações entre a FETQUIM e a patronal da FIESP, em São Paulo. A negociação ocorre com as mobilizações nas bases, houve greve em Vinhedo contra a terceirização e a patronal sabe que há muita luta e enfrentamentos na categoria química do estado organizada na Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico estadual.

A patronal propôs:

  • Manutenção da Convenção Coletiva por 12 meses com o compromisso de criar uma comissão para discutir os impactos da ofensiva trabalhista de Temer. É importante ressaltar que o Sindicato dos Químicos jamais aceitará que tal comissão venha a ser usada como pretexto ou laboratório para a implantação da retirada de direitos. No nosso entendimento, isso não é negociável;
  • Reajuste salarial: INPC integral, que deve girar em torno de 1,80%. O índice será divulgado em 10 de novembro pelo IBGE.

    Piso salarial:

    • Até 49 trabalhadores: Atual R$ 1.469,53 reajuste através do INPC;

    • Acima de 50 trabalhadores: R$ 1.535,00 (reajuste 1,9%).

    PLR

    • Até 49 trabalhadores: Atual R$ 930,00 reajuste através do INPC

    • Acima 50 trabalhadores: Atual R$1.030,00 reajuste através do INPC

Teto para reajuste:

Atual R$ 7.929,13 para R$ 8.200,00 (reajuste 3,4%)

A proposta será levada e votada pelos trabalhadores em assembleias nas bases dos Sindicatos dos Químicos de São José dos Campos e região, de São Paulo, do ABC, Campinas, Osasco, Vinhedo e Jundiaí, que representam 180 mil trabalhadores químicos do estado de São Paulo. Agora vamos para as assembleias! Os trabalhadores decidirão os rumos da Campanha Salarial! Vale lembrar que independente na negociação de Convenção Coletiva com a patronal da FIESP, o Sindicato já tem partido para a negociação de acordos específicos com algumas empresas da região, o que garante conquistas acima da Convenção.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Campanha Salarial 2017

A diretoria do Sindicato dos Químicos participará na manhã desta sexta-feira, 27, da segunda rodada de negociação salarial com a patronal do ramo químico na FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Na semana passada, houve a primeira rodada de negociação e ficou acertada a renovação das cláusulas sociais e a criação de um grupo para discutir os termos da reforma trabalhista, que, segundo o Sindicato dos Químicos, não será aceita. Lutaremos com todas as forças para impedir a aplicação da ofensiva trabalhista aprovada pelo corrupto governo Temer (PMDB) e o Congresso Nacional a mando da patronal.

Assim sendo, a reunião de amanhã irá debater os pontos econômicos da nossa pauta de Campanha Salarial. Nós lutamos por aumento real de 5%; piso de R$ 1.630 e PLR (Participação nos Lucros e Resultados) mínima de R$ 2.000, índices que foram votados e aprovados pela categoria em assembleias nas fábricas e no nosso salão de assembleias, em São José dos Campos. Dois pontos, inclusive, da reforma são inaceitáveis. Não vamos aceitar a permissão de gestantes em locais insalubres e queremos a garantia de homologações nos sindicatos da categoria no estado.

A negociação com a patronal em São Paulo terá efeito para 180 mil trabalhadores químicos das bases dos sindicatos químicos de São José dos Campos e região, de São Paulo, do ABC, Campinas, Osasco, Vinhedo e Jundiaí. A partir do fechamento da negociação com a FIESP, partiremos para as negociações por fábricas. Aliás, já estão ocorrendo negociações com algumas empresas com conquistas importantes para os trabalhadores. Informes completos da Campanha Salarial em breve.

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